“Apresento a você meu DIU Mirena, oficialmente se chama Maria Luísa”, diz mãe, que engravidou usando contraceptivo

Eduarda, 20, usava o DIU hormonal há 9 meses quando engravidou. “Comecei a desconfiar quando senti algo mexer”, conta

Para evitar uma gravidez indesejável, as mulheres recorrem a tudo que podem. Como as medicações são uma verdadeira bomba de hormônios para o corpo, muitas preferem utilizar métodos menos agressivos, como o DIU. Porém, nem sempre esse contraceptivo pode ser tão eficaz como promete. Mas, quando Eduarda chamou o seu DIU de Maria Luisa nas redes sociais, muitas mulheres ficaram em alerta.

A jovem Eduarda jamais esperava que fosse dar um nome ao DIU que ela colocou esperando não engravidar. Na verdade, Mirena é o apelido de Maria Luisa, a filha da jovem que nasceu recentemente. Nem mesmo o DIU impediu que Eduarda ficasse grávida. A história da jovem serve de inspiração para aquelas que pensam em utilizar esse método contraceptivo.

O DIU é um objeto em formato de T, e que é introduzido no útero. No caso de Eduarda, o DIU era feito de material plástico, conhecido como Mirena. O objeto impede que a fecundação aconteça, mas nem sempre é assim. Por vários motivos, uma gravidez pode vir a se tornar realidade. Entre os mais famosos está o deslocamento do DIU, por exemplo, que pode ser ineficaz, caso não esteja posicionado corretamente.

Após 24 semanas, o corpo de Eduarda acabou expulsando o DIU, após a gravidez ser constatada. Até mesmo o médico da jovem ficou surpreso, sem saber como ela engravidou, já que exames mostraram que o DIU estava no mesmo lugar.

Nota da Bayer

A Bayer, fabricante do DIU Mirena, pronunciou-se sobre o caso por e-mail. A empresa informou que “reitera a segurança e eficácia do Mirena, um método contraceptivo de longa duração, reversível a altamente eficaz”. Explicou ainda como ele funciona. “O dispositivo é inserido na cavidade uterina, onde libera o hormônio levonorgestrel, que atrofia o tecido de revestimento interno do útero, dificultando a chegada dos espermatozóides às trompas e, consequentemente a fecundação dis óvulos. Caso a fecundação aconteça, o dispositivo atua impedindo a fixação do óvulo no útero”, explica.

E afirma: “Quando inserido e mantido corretamente, e o acompanhamento duas vezes ao ano por meio de exames solicitados pelo ginecologista é feito, o método tem eficácia comprovada”. Ainda segundo a Bayer, o Mirena é endossado por instituições de referência como a Academia Americana de Pediatria e a Federação Brasileira de Ginecologia (Frebrasgo).

“Apresento a você meu DIU Mirena, oficialmente se chama Maria Luísa”, diz mãe, que engravidou usando contraceptivo
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